sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O Prisioneiro


O Prisioneiro, entre quatro paredes ele foi preso.
Ninguem sabe da sua vida, seu nome, amigos ou familia.
Sem documentos ,sem certidão,não existirá até então.
Sem saber das suas qualidades ou de seus defeitos.
Nem lhe deram a opção de um julgamento.
As vestes sujas e gastas pelo tempo.
Não se sabe se ele tinha dinheiro,ou se é mais um andarilho jogado ao vento.
Ele não tentou se justificar,ficou quieto,nunca quis falar.
E em momento algum ouviu-se ele reclamar.
Então saiu sua sentença,ele iria morrer.
A unica certeza que ele tinha desde q nascerá.
Mas agora tinha data e hora para acontecer,seria no sabado ao amanhecer.
Pelo seu bom comportamento lhe concederam um ultimo desejo.
Ele então pediu um violão,e se na ultima noite poderia entoar uma canção.
A noite veio fria e gelada,suas ultimas horas estavão contadas.
Pegou a viola e soltou a voz, o presidio inteiro podi ouvilo então.
Era um louvor de coração, que levou o frio embora e trouce paz.
Todos foram tocados, alguns choraram,outros se quebramtaram.
Foi simples e magistral, ele estavá só ,mas parecia um coral.
De manhã ele estavá contente,levaran-lhe pra morte, com o peso na mente.
Mas aquele sem nome,conquistou toda a cadeia,por um crime que não cometerá.

Mateus Kalupnieks

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

o circo da vida


O palhaço entregou o curriculo a varios circus,ninguem lhe quis acharam-lhe ridiculo.
O palhaço perdeu a graça,o nariz vermelho já não se destacava.
Foi trabalhar em um hopsital ,tentar animar pessoas em estado terminal.
Ele poderia mudar e fazer pirofagia,de tanto alcool q andava consumindo na esquina.
O circo do mundo fez mais uma vitima,mais um palhaço já sem alegria.
Mas o palhaço também chora, ao ver a alegria ir embora.
O leão o rei da selva,perdeu pará o homem da floresta de pedra.
Morreu sem saber,que a verdadeira alegria vem de Deus.
Mas por ultimo deixou uma piada.
Tudo passa, até a uva passa.

Mateus Kalupnieks

terça-feira, 2 de setembro de 2008

"A Dor"


So doi e doi ...nada mais vem a mente soh a dor q sinto nela msm...da onde veio e quando irá,retarda meus movimentos,não me deixa pensar, fico bravo,nervoso de nada adianta ela fica com um colosso forte, firme inabalavel,nem tratavel,ja tentei bater e resmungar nada disso fez ela passar, ficar deitado solitario a noite inteira tentando mudar os pensamentos pra longe forá das corriqueiras, é dificil conviver com a dor,implacavel sem dó e sem amor.
Vem não importa a hora a situação,não te pergunta se está pronto ow não,não quer saber se tem sua provação ,se ela não vier qual é a sua função???
intrestesse o coração, muda o semblante ateh bonito então,elá nunca está só sempre vem coisas pior,medo ,angustia ,preocupação,nehnuma boua até então, é dificil de explicar o sentimento q elá tráz, por mais q vc procure não vai encontrar, pois as coisas tem que acontecer,não importando se alguem vai sofrer,é rio da vida vai seguindo e leva muitos consigo,quem é forte nada contra a corrente,mas não importa o rio sempre vence ,é dificil de acreditar, o mais dificil é descansar e confiar,pois a dor e seus amigos não querem deixar.
Não tendo com quem desabafar sem com quem conversar,sem alegria só choro,um dia após o outro,você se tornou podre como um cancer um tumor,em nenhum momento se alegrou.
aceitou sua situação na lona vencido,foi derrubado,de seu ultimo suspiro.
Espere alguma coisa veio a mente, não é medo não doi, é como se fosse algo q nunca sentirá,oq será minhã alma partirá?Não, não é isso sinto vida,sinto algo q a muito pedia,no quarto no escuro da solidão,alguem ouviu meu choro?
A dor se foi com ela o medo a angustia o sofrer,foi rapido me sinto limpo, leve,olhe só estou sorrindo,entreguei tudo q tinha meu corpo,minhã alma ,minhã vida, coloqueias em duas mão,o fardo se foi repentinamente,como é possivel,escutei sobre isso quando menino,mas agorá eu acredito,a alguem q sempre esteve comigo,nunca me deixou por mais q eu quisesse,q eu o xinguei e briguei,ao contrario de mim ele me amou,ao contrario de mim não DESISTIU.


Mateus Kalupnieks